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quarta-feira, 29 de julho de 2020

Bem vindo, Pe. Manuel Simões!


O Sr. Bispo acaba de publicar as nomeações para o ano pastoral de 2020/2021, pelo que já é oficial que o novo pároco da nossa Unidade Pastoral, a partir de Setembro, vai ser o Padre Manuel de Oliveira Simões.
Natural da freguesia de Pelmá, no concelho de Alvaiázere, conta 61 anos. Em 10 de Novembro de 1985, ainda diácono em ordem ao presbiterado, foi nomeado cooperador do Padre Diamantino Vieira nas paróquias de Penela (Santa Eufémia e São Miguel), Zambujal e Podentes. Em 22 de Outubro de 1986, assumiu a paroquialidade de Rabaçal, acumulando as anteriores, e também Pombalinho em 15 de Junho de 1990. No dia 6 de Outubro de 2001 foi nomeado para as paróquias de Cernache, Antanhol, Assafarge, Almalaguês, Bendafé e Vila Seca. Depois, foi pároco nas paróquias de Alfarelos, Brunhós, Granja do Ulmeiro e Vila Nova de Anços. Em 2011 entrou no concelho de Penacova como pároco das paróquias de São Pedro de Alva, Travanca do Mondego, São Paio do Mondego, São Martinho da Cortiça e Paradela da Cortiça.
Neste momento (até ao final de Agosto), está em Lisboa como assistente da Liga Operária Católica (LOC) e Movimento de Apostolado de Adolescentes e Crianças (MAAC).
Em Setembro, passará a ser pároco de Cabril, Dornelas do Zêzere, Fajão, Janeiro de Baixo, Machio, Pampilhosa da Serra, Portela do Fojo, Unhais-o-Velho e Vidual de Cima.

(foto e informações de: Travanca (in)temporal)

sexta-feira, 29 de maio de 2020

Normas de segurança para o regresso à celebração da Eucaristia na Unidade Pastoral Pampilhosa da Serra

- As pessoas dos grupos de risco (idosos ou com problemas de saúde), embora possam vir, estão DISPENSADOS, já que a Conferência Episcopal (no comunicado de 8 de Maio passado) os aconselha, neste momento, a evitar a Missa ao Domingo, por ser ocasião de maior aglomeração de pessoas.
- Muitas das Missas serão campais, e, de preferência, as pessoas devem trazer o seu banco de casa (como no recinto de Fátima), o que se torna aind amais eficaz na prevenção do contágio. Para as Missas que forem dentro de igrejas, pode haver certos bancos bloqueados para facilitar o distanciamento entre as pessoas.
- As pessoas devem desinfectar as MÃOS antes e depois da missa, usar MÁSCARA (que retirarão para comungar) e ficar distanciadas DOIS METROS umas das outras (2 metros para todos os lados), excepto as que vivem na mesma casa, que devem ficar juntas.
- A Sagrada Comunhão é dada na mão e SEM SE DIZER nada, omitindo-se o diálogo entre o sacerdote e o comungante( "O Corpo de Cristo"; "Ámen"). Na fila para a Comunhão, as pessoas devem guardar DOIS METROS umas das outras e devem circular em SENTIDO ÚNICO (não podem voltar para trás pelo mesmo caminho, para não se cruzarem com outras pessoas).
- Gestos litúrgicos como a imposição das mãos ou as signações (fazer o sinal da cruz) serão feitas sem contacto físico com o corpo.
- No final da Missa, o povo deve DISPERSAR, não ficando a conviver em ajuntamentos, que são sempre propícios ao contágio.

Nas várias paróquias da Unidade Pastoral vamos iniciando a celebração da missa AOS POUCOS, à medida que for possível reunir as condições de segurança. Como diz o nosso Bispo, na Nota Pastoral do passado 16 de Maio, «compreendemos que não é possível celebrar a liturgia em todos os lugares onde ela antes tinha lugar, pois alguns espaços, devido à sua exiguidade e ao reduzido número de participantes, não reúnem as condições necessárias que possibilitem o distanciamento entre pessoas e a devida higienização, como previsto». Por isso, vamos reiniciando aos poucos, tanto nas igrejas como nas capelas.

O nosso Bispo recorda-nos que «todos somos convidados a alguns sacrifícios, nomeadamente na deslocação aos lugares indicados pelos párocos para as celebrações, por, porventura, o culto não poder ser reiniciado em todas as igrejas ou capelas nesta altura».

AINDA NÃO HAVERÁ CELEBRAÇÕES DA PALAVRA, pelo menos para já, porque os ministros que temos disponíveis são, quase todos, de grupos de risco, ou pela idade ou pelos problemas de saúde. De facto, se o comunicado da Conferência Episcopal do passado 8 de Maio prevê que se sacerdote celebrante for «mais idoso ou pertencer a algum grupo de risco, deve ser substituído, na distribuição da Comunhão, por algum diácono ou ministro extraordinário», a conclusão lógica é que o mesmo se deve ter em conta em relação aos ministros leigos de grupos de risco.

O nosso boletim inter-paroquial O ASTROLÁBIO, será distribuído de forma diferente, sobretudo pela afixação e pela disponibilização on-line, já que a Conferência Episcopal diz que durante a missa não haverá «desdobráveis com as leituras ou qualquer outro objecto ou papel».

A CATEQUESE presencial está suspensa até ao final do ano pastoral.

FESTAS E PROCISSÕES: de acordo com a Conferência Episcopal, «peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas, acampamentos e outras actividades similares em grandes grupos, passíveis de forte propagação da epidemia, continuam SUSPENSAS até novas orientações».

Continuaremos a fazer os FUNERAIS apenas no cemitério, como até aqui, já que na nossa zona os funerais são as celebrações de maior risco, quer porque se juntam muito mais pessoas, quer porque são pessoas vindas um pouco de todo o lado (inclusive de zonas onde o coronavírus pode estar bastante activo). Se houver velório, é reservado à família, mais ninguém deve entrar.

As CONFISSÕES serão possível num «espaço amplo que permita manter o distanciamento entre confessor e penitente, que usarão máscara, sem comprometer a confidencialidade e o inviolável sigilo sacramental».

As igrejas ou capelas que já estavam abertas podem e devem continuar abertas, sobretudo para a visita ao Santíssimo Sacramento e oração pessoal.

Para ORAÇÕES EM COMUNIDADE, como o TERÇO, o Mês do Sagrado Coração de Jesus ou outras devoções, as pessoas podem reunir-se se observarem as normas de segurança: uso de máscara e distanciamento de 2 metros, evitar cruzarem-se, etc. Se o grupo for muito grande para se reunir na capela ou igreja, as pessoas podem dividir-se em dois ou mais grupos que se reunirão a horas diferentes; ou podem reunir-se ao ar livre junto ao templo.

Tanto para a Missa como para esses momentos de oração as portas devem estar abertas, para que as pessoas não tenham que tocar em maçanetas ou puxadores, e o espaço deve ser arejado no final.

Para mais pormenores, consultar os documentos referidos:
- Nota Pastoral do Bispo de Coimbra
- Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa

quarta-feira, 27 de maio de 2020

Recomeço das celebrações com presença do povo


31 DE MAIO, 9h00, MISSA CAMPAL NO LARGO DA CÂMARA DE PAMPILHOSA DA SERRA
No próximo Domingo retomaremos a Missa dominical com a presença física de fiéis sob a forma de Missa campal, como meio mais eficaz de prevenção contágio de covid-19, e como a Conferência Episcopal nos incentiva a fazer.

ATENÇÃO AO HORÁRIO: 9h00
Tudo está a ser preparado para nos reunirmos em frente à Câmara Municipal às 9h00, por ser uma hora em que podemos usufruir de um grande espaço à sombra naquele local (ver foto), o que é muito importante, já que se prevê que esteja calor. Agradecemos, desde já, à Câmara Municipal a disponibilização do espaço e o apoio prestado nos pormenores logísticos.

LEVE O SEU BANCO: mesmo que haja alguns assentos disponíveis, prevenimos melhor o contágio se cada pessoa usar o seu próprio banco, tal como nas Missas ao ar livre em Fátima, em que os peregrinos levam os seus banquinhos de praia (ou similares). Também pode ser útil as pessoas levarem a sua sombra, na eventualidade de o espaço à sombra não ser suficiente para todos.

ATENÇÃO ÀS NORMAS DE SEGURANÇA:
- As pessoas dos grupos de risco (idosos ou com problemas de saúde), embora possam vir, estão DISPENSADOS, já que a Conferência Episcopal os aconselha, neste momento, a evitar a Missa ao Domingo, por ser ocasião de maior aglomeração de pessoas.
- As pessoas devem desinfectar as MÃOS antes e depois da missa, usar MÁSCARA (que retirarão para comungar) e ficar distanciadas DOIS METROS umas das outras (2 metros para todos os lados), excepto as que vivem na mesma casa, que devem ficar juntas.
- A Sagrada Comunhão é dada na mão e SEM SE DIZER nada, omitindo-se o diálogo entre o sacerdote e o comungante( "O Corpo de Cristo"; "Ámen"). Na fila para a Comunhão, as pessoas devem guardar DOIS METROS umas das outras e devem circular em SENTIDO ÚNICO (não podem voltar para trás pelo mesmo caminho, para não se cruzarem com outras pessoas).
- No final da Missa, o povo deve DISPERSAR, não ficando a conviver em ajuntamentos, que são sempre propícios ao contágio.
- O peditório terá que ser feito no final.

NAS OUTRAS PARÓQUIAS vamos iniciando a celebração da missa AOS POUCOS, à medida que for possível reunir as condições de segurança. Como diz o nosso Bispo, na Nota Pastoral do passado 16 de Maio, «Compreendemos que não é possível celebrar a liturgia em todos os lugares onde ela antes tinha lugar, pois alguns espaços, devido à sua exiguidade e ao reduzido número de participantes, não reúnem as condições necessárias que possibilitem o distanciamento entre pessoas e a devida higienização, como previsto». Por isso, vamos reiniciando aos poucos, tanto nas igrejas como nas capelas.
O nosso Bispo recorda-nos que «todos somos convidados a alguns sacrifícios, nomeadamente na deslocação aos lugares indicados pelos párocos para as celebrações, por, porventura, o culto não poder ser reiniciado em todas as igrejas ou capelas nesta altura».

AINDA NÃO HAVERÁ CELEBRAÇÕES DA PALAVRA, pelo menos para já, porque os ministros que temos disponíveis são, quase todos, de grupos de risco, ou pela idade ou pelos problemas de saúde. De facto, se o comunicado da Conferência Episcopal do passado 8 de Maio prevê que se sacerdote celebrante for «mais idoso ou pertencer a algum grupo de risco, deve ser substituído, na distribuição da Comunhão, por algum diácono ou ministro extraordinário», a conclusão lógica é que o mesmo se deve ter em conta em relação aos ministros leigos de grupos de risco.

O nosso boletim inter-paroquial O ASTROLÁBIO, será distribuído de forma diferente, sobretudo pela afixação e pela disponibilização on-line, já que a Conferência Episcopal diz que durante a missa não haverá «desdobráveis com as leituras ou qualquer outro objecto ou papel».

A CATEQUESE presencial está suspensa até ao final do ano pastoral.

FESTAS E PROCISSÕES: de acordo com a Conferência Episcopal, «peregrinações, procissões, festas, romarias, concentrações religiosas, acampamentos e outras actividades similares em grandes grupos, passíveis de forte propagação da epidemia, continuam SUSPENSAS até novas orientações».

Continuaremos a fazer os FUNERAIS apenas no cemitério, como até aqui, já que na nossa zona os funerais são as celebrações de maior risco, quer porque se juntam muito mais pessoas, quer porque são pessoas vindas um pouco de todo o lado (inclusive de zonas onde o coronavírus pode estar bastante activo). Se houver velório, é reservado à família, mais ninguém deve entrar.

As CONFISSÕES serão possível num «espaço amplo que permita manter o distanciamento entre confessor e penitente, que usarão máscara, sem comprometer a confidencialidade e o inviolável sigilo sacramental».

As igrejas ou capelas que já estavam abertas podem e devem continuar abertas, sobretudo para a visita ao Santíssimo Sacramento e oração pessoal.

Para ORAÇÕES EM COMUNIDADE, como o TERÇO, o Mês do Sagrado Coração de Jesus ou outras devoções, as pessoas podem reunir-se se observarem as normas de segurança: uso de máscara e distanciamento de 2 metros, evitar cruzarem-se, etc. Se o grupo for muito grande para se reunir na capela ou igreja, as pessoas podem dividir-se em dois ou mais grupos que se reunirão a horas diferentes; ou podem reunir-se ao ar livre junto ao templo.
Tanto para a Missa como para esses momentos de oração as portas devem estar abertas, para que as pessoas não tenham que tocar em maçanetas ou puxadores, e o espaço deve ser arejado no final.

Para mais pormenores, consultar os documentos referidos
- Nota Pastoral do Bispo de Coimbra
- Comunicado da Conferência Episcopal Portuguesa

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Transmissão em directo do Tríduo Pascal de Pampilhosa da Serra

Já que a epidemia de covid-19 não permite que celebremos com a presença do povo, vamos usar o Facebook para fazer a transmissão em directo das celebrações do Tríduo Pascal (a começar já hoje, às 16h30, com a Missa da Ceia do Senhor).
É evidente que as celebrações serão à porta fechada, mas, para acompanhar, devem estar atentos à página de Facebook da Unidade Pastoral Pampilhosa da Serra, que podem encontrar clicando AQUI.
À hora marcada, começará a emissão em directo.
Eis os horários:

- Quinta-feira Santa, Missa da Ceia do Senhor, 16h30;
- Sexta-feira, Ofícios, 11h00;
- Sexta-feira Santa, Celebração da Paixão do Senhor, 16h30;
- Sábado Santo, Ofícios, 11h00;
- Domingo de Páscoa, Missa do Dia de Páscoa, 11h00.

Os ofícios referidos (na sexta e no sábado) consistem em Ofício de Leitura e Laudes, e são a grande novidade deste ano entre nós. Quem quiser acompanhar os textos pode obter on-line o guião dos ofícios de Sexta-feira Santa clicando AQUI.
E para obter o guião dos ofícios de Sábado Santo, clicar AQUI.

domingo, 2 de setembro de 2018

Gesto de gratidão ao Sr. Padre João

O Sr. Padre João estará connosco até 16 de Setembro, data em que partirá para Aveiro. Mas, porque estamos gratos a Deus e ao Padre João por estes 12 anos nas nossas paróquias, a Unidade Pastoral Pampilhosa da Serra vai fazer um encontro que será oportunidade para manifestarmos essa gratidão. Vai ser no dia 30 de Setembro, na Pampilhosa da Serra, com o seguinte programa: Missa às 11h00 na igreja paroquial; seguindo-se o almoço nas instalações da “antiga resineira”, da Santa Casa da Misericórdia de Pampilhosa da Serra.
A inscrição para o almoço custa 10€ e o pagamento é feito no acto da inscrição (para que a inscrição seja válida). As inscrições decorrem até 23 de Setembro e são feitas junto dos seguintes elementos de conselhos económicos paroquiais: no Cabril, com Carlos Antunes; em Dornelas, com Américo Bento; em Fajão, com Vítor Pereira; em Janeiro de Baixo, com António Pires; no Machio, com Maria de Jesus; na Pampilhosa com Fernanda Alves, Anabela Pinto e Inês Pereira; na Portela do Fôjo, com Dolores Tavares; em Unhais, com Maria José Almeida; no Vidual, com Lourdes Almeida.

domingo, 26 de agosto de 2018

Novas orientações para uma nova realidade


O Sr. Padre João ainda estará connosco em Setembro. Depois da sua partida, com o começo de um novo ano pastoral, na nossa Unidade Pastoral de Pampilhosa da Serra, começa também uma nova forma de trabalhar adaptada ao facto de agora contarmos com a presença de apenas um sacerdote, da forma que se segue:

Eucaristias dominicais
Segundo o Código de Direito Canónico, «Se houver falta de sacerdotes, o Ordinário do lugar pode permitir que, por justa causa, os sacerdotes celebrem duas vezes ao dia, ou mesmo, se as necessidades pastorais o exigirem, três vezes nos domingos e festas de preceito» (cânone n.º 905, parágrafo 2). Por isso, celebrarei três missas ao Domingo e duas missas vespertinas ao sábado à tarde, o que totaliza cinco Eucaristias dominicais. Isto permite que, num fim-de-semana “normal”, haja Eucaristia dominical em cerca de metade das paróquias. Onde não houver missa, procurarei que haja celebração da Palavra. Porém, se alguém tiver transporte e puder deslocar-se tem a obrigação de ir a uma das paróquias vizinhas em que haja missa. Cada vez mais tem que ser esse o espírito: se nos deslocamos para outras coisas, por que não para a missa?
A celebração eucarística dominical de referência será na igreja paroquial da Pampilhosa da Serra, sede da unidade pastoral: aí haverá Eucaristia todos os domingos, sempre às 11h00 (a não ser em dias de excepção muito raros, em que possa ser a outra hora, como no dia do Crisma, por exemplo). Isto não é um privilégio: é uma questão de ser o centro e a referência da unidade pastoral, de tal forma que quem precisar sabe que ali há sempre Eucaristia ao domingo e sempre à mesma hora; ou seja, a missa dominical da Pampilhosa é destinada a todos os fiéis, mesmo das outras paróquias da unidade pastoral. Aliás, a carta pastoral no nosso Bispo diz que, agora, a base de trabalho já não é mais a paróquia, mas sim a unidade pastoral.

Missas feriais
Durante os dias de semana continuarei a percorrer as capelas e lares de idosos, celebrando missa, como até aqui, embora agora com muito menos regularidade, por razões evidentes.

Funerais
Aos sábados, domingos e dias santos não celebrarei Eucaristia nos funerais, por serem dias em que já celebro o número máximo de missas permitido pela lei da Igreja: celebrarei as exéquias sem missa. Nos dias de semana posso celebrar missa num funeral desde que ainda não tenha ultrapassado o limite de duas missas nesse dia.
Começaremos a ter alguns funerais feitos por leigos. Será assim sempre que eu esteja ausente, seja em retiro espiritual, férias, reuniões diocesanas, ou por motivos de saúde.

Intenções de Missa
Volto a lembrar: não há “missas de 7º dia” nem missas “por encomenda” na nossa unidade pastoral: há muitos anos que não o fazemos, pois não seria possível atender a todos os pedidos; agora muito menos. Normalmente, será possível colocar intenções nas várias missas que celebrarei, excepto na Eucaristia dominical da Pampilhosa, já que todo o pároco tem a obrigação de celebrar ao domingo pelo menos uma missa por todo o povo que lhe está confiado. Também não haverá intenções nos dias especialmente festivos.

Festas
Quando, em Fevereiro, disse aqui que, em breve, ia ser impossível fazer as muitas festas da nossa unidade pastoral, principalmente no Verão, algumas pessoas ficaram um pouco escandalizadas… Na verdade, estava apenas a preparar os fiéis para este momento que já chegou: um só padre não chega para as missas dominicais, muito menos para as festas. Mesmo os poucos ministros leigos que temos mal chegam para assegurar as celebrações dominicais. A solução será encontrada caso a caso para cada festa, mas o convite que deixo desde já é este: comecem desde já a pensar em padres vossos conhecidos a quem possam convidar para essas ocasiões. Eles gostarão de conhecer esta zona! Da minha parte, autorizo que qualquer padre possa vir fazer festas, só preciso de saber com antecedência quem é o padre, para haver uma garantia de autenticidade e um pouco de diálogo e comunhão também.
Padre Orlando

quarta-feira, 15 de agosto de 2018

É preciso ir às fontes!

Ano pastoral 2018-2019


A partir de Setembro, como sempre, iniciaremos, em toda a Diocese, um novo ano pastoral (2018-2019). Ao nível da Diocese de Coimbra, continuamos a seguir o triénio do Plano Pastoral, que tem como lema “Aproximai-vos do Senhor”. Por outro lado, por decisão dos bispos portugueses, este vai ser, em Portugal, o “Ano Missionário”. Quer isto dizer que o ano pastoral de 2018-2019, que estamos prestes a começar, vai ter que ser um ano para sairmos: se o Plano Diocesano nos manda “Aproximai-vos do Senhor”, então é preciso sairmos para ir ao encontro do Senhor. E se vai ser o “Ano Missionário”, mais uma razão para sairmos daqui, para irmos ao encontro de outros.
Também nós, na nossa Unidade Pastoral de Pampilhosa da Serra, vamos, este ano, sair um pouco da Pampilhosa para irmos ao encontro de uma realidade mais abrangente. A par do lema diocesano “Aproximai-vos do Senhor”, nós, na nossa unidade pastoral, vamos também ter presente o lema “É PRECISO IR ÀS FONTES”, ou, então, simplesmente “IR ÀS FONTES”. A inspiração vem de uma passagem do profeta Isaías: «Tirareis água com alegria das fontes da salvação» (Is 12, 3).
A ideia é partirmos daqui para irmos a Coimbra, e a outros lugares onde haja actividades diocesanas e arciprestais: vamos participar em celebrações com o Sr. Bispo na Sé; vamos aproveitar as acções de formação que a Diocese fornece; vamos visitar lugares marcantes da Diocese (Seminário, etc.); vamos participar em actividades do Arciprestado; vamos conhecer outras pessoas de outras paróquias; vamos escutar testemunhos diferentes, de outros cristãos. Vamos ao encontro, não numa atitude turística, mas numa atitude missionária. O objectivo é conhecer e experimentar outras formas de ser Igreja, conhecer o testemunho de outros cristãos. Isso enriquece-nos, por isso não podemos ficar a vida inteira fechados em nós mesmos, como se não houvesse mais vida para além da nossa terra. Para não perdermos o entusiasmo precisamos de nos encontrar com outros que partilham a mesma fé que nós; para alargarmos os horizontes precisamos de ir às nossas origens, encontrarmo-nos com o nosso Bispo, reencontrarmo-nos com a nossa Diocese; enfim, “é preciso ir à fontes”. Se ficamos na nossa terra sossegados nunca vamos conhecer uma realidade diferente, nunca vamos sentir o calor do encontro com outros, nunca vamos reencontrar-nos com a nossa identidade: somos Diocese de Coimbra, somos Igreja. Para tomarmos consciência disso é preciso sairmos, é preciso encontrarmo-nos com o nosso pastor e com outras ovelhas do rebanho, partilhar a fé. Para isso, é preciso sair, é preciso “ir às fontes”!

domingo, 5 de agosto de 2018

Obrigado, Sr. Padre João!

O Sr. Padre João Prior está connosco há 12 anos. Depois de toda uma vida em Mouronho, ele aceitou a “aventura” da mudança para a Pampilhosa da Serra, e aceitou com o espírito de entrega, generosidade, obediência e amor à Igreja que sempre o caracterizaram.
No entanto, a idade avançada e o cansaço já pediam um tempo de maior repouso e segurança para o Sr. Padre João (aliás, repouso e segurança não só necessários mas bem merecidos), embora sem deixar de continuar a ser útil e a colaborar na Igreja, mas agora de uma forma muito mais tranquila e num lugar menos acidentado, com menos distâncias e menos esforço. Todos sabemos como o território das nossas paróquias é marcado por enormes distâncias, dificuldades e até perigos, um território belo, mas onde as tarefas se revestem de alguma exigência.
No passado dia 31 de Julho, o Sr. Bispo tornou públicas as nomeações do clero para o próximo ano pastoral de 2108/2019, que têm implicações significativas para o nosso Arciprestado Nordeste e, principalmente, para a nossa Unidade Pastoral de Pampilhosa da Serra.
Assim, o Sr. Padre João Prior regressa a Aveiro, sua diocese natal, para ter, finalmente, o tempo de merecido e necessário repouso.
Uma vez que ficarei apenas eu convosco nestas 9 paróquias, isto significa que vai haver profundas mudanças no serviço, que vai ser substancialmente reduzido (para cerca de metade, é claro) e organizado de outra maneira. Em breve darei indicações práticas sobre a nova forma de nos organizarmos.
Houve muitas pessoas que sempre mostraram carinho pelo Sr. Padre João, mas é triste que nem todas as pessoas tenham sabido dar o verdadeiro valor à sua presença. Talvez agora…
Entretanto, o Sr. Padre João vai estar connosco ainda até ao final deste mês, ou início do próximo, pelo menos aos fins-de-semana.
Ao fim de 12 anos vividos na entrega generosa a estas terras, a nossa palavra só pode ser de profunda gratidão para com o Sr. Padre João, que, apesar de todas as dificuldades, permaneceu connosco, dando de si, todos estes anos.
Padre Orlando

quinta-feira, 4 de abril de 2013

Obras na Igreja da Portela do Fôjo vão avançar

A igreja paroquial da Portela do Fôjo está urgentemente necessitada de obras. As necessidades do edifício são diversas, destacando-se o telhado como a mais urgente, devido à cedência de traves e às gravíssimas infiltrações.
Tanto a Fábrica da Igreja, como o Município de Pampilhosa da Serra e a Junta de Freguesia da Portela do Fôjo estão profundamente empenhados em levar por diante esta obra. No âmbito desta cooperação, o Município elaborou um projecto bastante completo para a requalificação da nossa igreja que, para além da cobertura abrange muitos outros itens, tais como a construção de novas instalações sanitárias (em lugar mais apropriado do que as actuais), rebocos, instalações eléctricas, sistema de som, aquecimento... Foi esse projecto que serviu de base aos empreiteiros a quem foi pedido orçamento.
No passado sábado, dia 30 de Março, pelas 18h00, aconteceu na sacristia da nossa igreja paroquial a reunião para a abertura dos envelopes dos orçamentos para as tão necessárias obras de requalificação. Os orçamentos foram pedidos a quatro empresas, que os apresentaram em envelope fechado.
Nesta reunião estiveram presentes os Párocos, elementos do Conselho Económico Paroquial e o Sr. Presidente da Junta de Freguesia da Portela do Fôjo. Quanto aos quatro empreiteiros que apresentaram orçamento, apenas um deles pôde comparer.
Na abertura dos envelopes, revelou-se que o orçamento mais baixo foi dado pela empresa Mendes e Garcia. Os orçamentos foram os seguintes:
- Mendes e Garcia: 210830,00 €
- Isidoros: 212948,96 €
- António Costa Dias: 213938,04 €
- JRD Construções: 221880,20 €
A cobertura da igreja revela-se a necessidade mais urgente, em especial devido às infiltrações de água.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Abertura

A nossa Unidade Pastoral tem, a partir de hoje, um espaço na internet que, sendo criado no contexto do Ano da Fé, pretende se rmais uma ajuda a viver e transmitir esse dom precioso: a Fé.
Pertencemos à Diocese de Coimbra e estamos integrados no Arciprestado do Nordeste.
A nossa Unidade Pastoral é constituída, neste momento, por nove paróquias, todas elas pertencentes ao concelho de Pampilhosa da Serra: Cabril, Dornelas do Zêzere, Fajão, Janeiro de Baixo, Machio, Pampilhosa da Serra, Portela do Fôjo, Unhais-o-Velho e Vidual.
Criamos hoje este espaço para que todos possam, com toda a facilidade, alimentar a Fé, ler notícias, saber informações, estar em contacto e em comunhão com a Igreja presente nas nossas paróquias, no nosso Arciprestado, na nossa Diocese e em todo o mundo.
Para que seja uma ajuda a que a Igreja cada vez mais sacramento de salvação nas nossas terras.